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sábado, 29 de novembro de 2014

Extra! Extra! Extra! O Chaves não morreu!


Sem hipocrisía, muito menos o falso sentimentalismo de quem quer ser politicamente correto, falo abertamente que a morte do Senhor Roberto Gómez Bolaños em nada afeta a vida dos milhões de fãs do personagem Cheperito ou Chaves espalhados pelo mundo. Repetindo pra não ser mal interpretado, aos "fãs do personagem".
A falta do ser humano e o sentimento da dor da perda, serão sentidas pelos seus familiares, amigos e pessoas mais próximas. Bem verdade que o mundo da arte e da teledramaturgia, perdeu um grande ator, escritor, comediante, dramaturgo, compositor e diretor.
Há muitos anos (1988) faleceu o Sr Ramón Antonio Estebán Gómez de Valdés y Castillo que interpretava o personagem “Seu Madruga“,  seis anos depois (1994) mais uma perda e nessa ocasião, quem nos deixou foi a Sra María de los Ángeles Fernández Abad, a intérprete da "Bruxa do 71", e mesmo assim o seriado continuou aqui no nosso país e até hoje com os episódios repetidos arranca risos de adultos e crianças.
Assim aconteceu com Charlie Chaplin, Mazzaropi, Bussunda, Zacarias, Mussum e tantos outros artístas do humor que se foram. 
Podemos relembrar e nos alegrar sempre que tivermos a oportunidade de rever vídeos, documentários e séries em reprise pois a arte tem dom da imortalidade.
Afirmo mais uma vez que o Chaves não morreu!

terça-feira, 18 de novembro de 2014

A Monocultura no Jequitinhonha


Mês de maio para junho, adentrando ao mês de julho: a metade do ano chegou, a paisagem se resume a tons pastéis e mais parece o rascunho de uma tela que ainda tomará sua forma final. 
A festa dos animais com seus filhotes vira uma disputa por cada fruta ou grão e o que quer que sirva de alimento nesse árido torrão. 
O sorriso da fartura, que outrora estampava o rosto do sertanejo, da lugar a uma expressão franzida como o leito seco de uma lagoa tomado por poeira, aridez e tudo aquilo que nos faz lembrar escassez. 
Mês de agosto é uma dureza e entrega a setembro uma herança de tristeza. 
Outubro é o mês do finalmente, é como se depois um tempo de enfermidade, sentir a cura vindo num corpo há tempos doente. 
Lá vem o vento, chegando com um anúncio aguardado por todos, trazendo as boas novas e anunciando um novo tempo que vem substituir esse que agora, é sofrido e cinzento. 
Sem uma gota d'água a tinta é diluída pelo Artista e a tela vai tomando forma, ganhando vida. A vegetação guerreira em cores vibrantes floresce como se pedisse socorro dizendo: ainda estou viva, me ajude! Não esquece!
Enfim, novembro está presente. Nuvens carregadas e azuladas trazem consigo trovões e relâmpagos que fazem um show de sons e luzes anunciando a chegada da salvadora, a visita mais esperada do ano, que sempre é bem vinda e recebida com todo amor: a Chuva, sinônimo de vida, que lava o pó, a alma, levando todo sofrimento, preocupação e a dor.
Agora com água a pintura está pronta, o colorido se entrelaça em degradê a todos os tons possíveis de verde, é lindo de se ver. 
Já é dezembro, nos preparamos para chegada de um novo ano. Outro tempo já é sentido, dispensa cheia e mais um ciclo cumprido. 
Plantamos e colhemos de tudo um pouco, mas apesar da grande variedade de sementes e mudas no solo molhado, ainda cultivamos uma monocultura, a Monocultura da Esperança, é essa quem faz o adulto triste e cansando ter a alegria e o vigor de uma criança.

Agradecimento: ao Amor pelo apoio na correção e edição do texto.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Ultrapassando Fronteiras

Obrigado a todos pela visita!
Thanks everyone for visiting!
謝謝大家光臨
Vielen Dank allen für Ihren Besuch!
Спасибо всем за посещение!
Gracias a todos por su visita!
Merci à tous pour votre visite!